Meg POV’s
Que idiota, cara! Ok, eu não sou a
pessoa mais legal do mundo por começar essa mini briga, mas mesmo
assim, precisava dizer na cara? Que ele não me ama, eu já sei. Mas não
precisa humilhar, esculachar, seja lá oque ele fez comigo.
– Meg, tudo bem? – meu pai perguntou, vendo a forma de que cheguei em casa.
– Ah, sim pai. Está tudo bem, e a mudança? – perguntei, já havíamos encaixotado quase todas minhas roupas, e minhas coisas.
– Tudo certo, depois de amanhã você já pode ir pra lá. – ele disse e eu me animei.
– Sério? Não pode ser amanhã, não? – perguntei tentando logo convencer ele.
– Bem, pode mas... – não deixei ele terminar de falar, e berrei:
– Isso! – abracei ele, oque nunca tinha feito antes, vi ele sorrir de canto. – Obrigada.
Subi,
e desabei na cama, de novo... Não é fácil ser a “forte” da história,
mas também não é fácil ser meiga com os outros quando eles são mal com
você.
– Amanhã, você vai se livrar, vai ter oque sempre quis. – falei á mim mesma. – Então bota um sorriso nesse rosto, garota.
Roupa Meg:
Depois
de tomar banho, vestir meu pijama, desci pra comer alguma coisa (sim,
eu ainda to com fome) e depois ir dormir... Oh Shit, amanhã ainda tenho
que ir no estúdio.
– Como me esqueci disso? – falei comigo mesma, me dando um soco na cabeça.
– Dá pra você ser normal? São 1h da manhã, quero dormir. – Natalee chegou na cozinha, e me viu comendo. – Também quero panqueca.
– Vai procurar panqueca na tua esquina de trabalho, lá deve ter. – falei estressada.
– Ih, resolve aparecer e vem faltando respeito? Se enxerga. – Ela disse me provocando.
– Olha só garota, tu olha como fala comigo, porque... – eu ia partir pra cima dela, mas meu pai
apareceu.
– Parem com isso, meninas. – ele disse olhando pra nós duas. – Meg vai embora amanhã, e quero paz.
– Sério? Finalmente. – Natalee falou, sem esconder o ódio que sente por mim.
–
Finalmente você vai achar que conseguiu roubar meu lugar. – falei
passando por ela, deixei meu prato na pia e subi pro meu quarto, deitei
na cama, conectei meu Iphone no som, que era a única coisa que não
encaixotaram, e botei Simple Plan, Linkin Park, System of a Down,
Metallica, entre outras bandas pra tocar. Até que meu pai bate na porta
do meu quarto.
– Filha? – perguntou, e bateu novamente. – Posso entrar?
– Uhum. – murmurei. – fala.
– Quero saber se tá tudo certo. – ele parecia me admirar. – Você vai amanhã mesmo, né?
– Se você tá querendo se livrar de mim, sim. – falei, e vi uma lágrima sair de seu olho. – Sem drama, Paterson.
– Ok, ok. Desculpe. Mas vou sentir sua falta. – ele disse, sorrindo.
Sorri
de volta, ele se levantou e saiu... Eu até pensei um dia, em tentar uma
reaproximação com meu pai, mas sei lá, não dá, toda vez que tento, vejo
a cena da minha mãe, e... sei lá.
Meu celular tocou, quem vai me ligar essa hora? Que caralho.
– Alô? – atendi irritada.
– Uau, quanto amor pela minha pessoa. – Era Emily.
– Ah, oi vadia. Porque tá me ligando a essa hora?
– Ih alá, porque quero saber quando você se muda.
– Amanhã. – falei sem paciência.
– Hum, ok. Vou também.
– Me ama, muito.
– Tchau Meg. – ela disse, riu e desligou.
Deitei na cama, virei pro lado e dormi.
Acordei,
era sábado, finalmente. Olhei no relógio, 10h ainda. Ah foda-se,
resolvi ir logo pro estúdio. Tomei banho, me vesti e fui até o carro.
Roupa Meg:
Cheguei, e Lewis logo me viu.
– Bom dia, Meg. – abriu a porta do carro.
– Ah, não precisava. Bom dia. – falei rindo, e ele riu também.
–
É bom ter alguém que não seja arrogante nessa casa. – ele percebeu oque
falou e concertou – Oh não, quer dizer, não que seu pai seja, na
verdade ele até...
– Relaxa Lewis, super concordo com você. – eu disse, e ele suspirou aliviado.
– Pra onde a mocinha, vai? – perguntou ligando o carro.
– Estúdio.
–
Ok. – ele disse e deu partida, fomos ouvindo Linkin Park, ele tem bom
gosto musical, e tem todos os meus cd’s no carro, eu realmente vou
sentir falta de Lewis, ele é o mais legal da família.
Chegamos, agradeci á Lewis, e entrei no Estúdio.
– Oh, oi Meg. – Simon disse me abraçando, ele parecia bem elétrico. – Chegou cedo.
– É, acordei cedo e resolvi vir cedo pra terminar de resolver minha mudança.
– Ah sim, seu pai me falou. – ele sorriu. – Então, você bombou.
– Ah tá, por isso os paparazzi. – falei, entendendo tudo.
– É, você precisa gravar mais músicas, já temos 2 lançadas, e o público foi a loucura.
– Hum, interessante. Mas agora? – perguntei.
–
Não, eu to com suas músicas, a banda tá trabalhando as batidas. – fez
uma pausa, pensando. – Como não vamos mandar uma música atrás da outra,
daqui a uma semana, você volta e grava outra. E assim, sucessivamente.
– Por mim, tudo bem. – falei. – Posso ir?
Eu realmente queria ir ver meu apartamento.
– Pode. – ele riu. – Vai ver o apartamento, né?
– Pois é. – falei, e ri. – tchau Simon, até um dia aí.
Depois disso, peguei um táxi, e fui até o endereço que meu pai tinha me dado, do apartamento.
– A senhorita vai ficar aí? - o motorista me perguntou, olhei e era um apartamento enorme.
– Uau. Sim.
– Aí só moram famosos, pelo que dizem. – ele disse admirando.
– Hum, que legal. – falei, paguei á ele. – Obrigada.
– Tchau, boa sorte. – ele disse, e deu partida ao carro, indo embora.
Olhei pro papel, suspirei, olhei pro apartamento lindo lá, e caminhei em direção á portaria.
– Megan Paterson. – falei. – Da nova cobertura.
–
Sim, Megan. Pode subir. – o cara falou, e eu fui até o elevador. Ok, eu
tenho fobia de elevador, mas foda-se, eu to indo pro MEU apartamento.








continuaaa eu to pirano aqui
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