quinta-feira, 28 de março de 2013
capitulo 12 da 2° temporada de gotta be you
(...)
Algumas semanas depois.
Meg POV’s
Bem, já está tudo, digamos, “certo”. Eu já estou com minha casa e meu carro, agora só falta conseguir Sean pela justiça, já que toda vez que vou pedir a permissão de Mike, Brittany arma alguma coisa. Harry continua solteiro, eu acho, mas eu não me importo, certo? Sei lá. Em e Zayn tem tido altos e baixos, mas continuam firmes e fortes, estão até planejando morar juntos, pois é! Niall, bem, Niall continua casado com a comida e tudo mais. Liam assumiu seu namoro com Dani, que se mostrou verdadeira garota meiga. Lou continua retardado. E só, né? Sim, acho que sim.
– Vamos, Meg. Temos que chegar lá antes das 14h! – Josh gritou da sala.
Nesse exato momento, eu estou catando minha certidão de nascimento, porque não sei aonde botei minha identidade. Preciso dela pra confirmar que sou irmã de Sean, pode isso? Pois bem, Josh tem me ajudado bastante na situação “conseguir a guarda de Sean”, e isso têm sido importante pra mim. Agora estamos indo falar com o juiz, e logo em seguida tentarei falar com Mike de novo, se eu conseguir a permissão de Mike, não preciso de mais nada. Mas caso não consiga, já estou adiantando o processo da guarda, enfim.
– Estou descendo! – gritei, ao passar os olhos em minha certidão. – Não posso ir sem ela, idiota.
– Sim, mas não precisa demorar tanto. – Josh revirou os olhos ao me ver.
– Cala a boca e anda. – bufei. – Você encheu o tanque do carro?
– Claro, você achou que eu ia esquecer? – deu um sorriso maroto, me arrancando risos.
– Sim.
Entramos correndo no carro, já estamos atrasados, como sempre. Dei partida na velocidade da luz, e logo já estava estacionando em frente ao local.
– Boa tarde, crianças. – o juiz falou ao nos ver, é, ele tem a mania de achar que somos crianças.
– Boa tarde, Sr. Rae, preciso da sua orientação. – falei, me sentando em frente á sua mesa.
– Diga...
– Então, como sabe, eu to tentando conseguir a guarda do meu irmão, Sean Paterson. Mas eu preciso passar por um processo, certo?
– Sim, mas se eu não me engano, Mike Paterson está vivo.
– É, ele está. Mas ele está internado, e eu quero ficar com meu irmão.
– Oras, vá pegar a autorização de Mike
Engoli o seco.
– Farei isso, obrigada. – sorri fraco, da última vez que entrei no lugar aonde Mike está, Brittany tentou matar Mike na minha frente, mas ok.
– Vai fazer isso mesmo, cara? – Josh perguntou, entrando no carro.
– Você vai comigo. – sorri travessa, e ele assentiu.
Logo senti algo vibrar em meu bolso, peguei meu celular e o visor indicava “Harry”.
– Alô?
– Hey Meg! – a animação em seu tom de voz era mais que visível.
– E ai, tudo bem?
– Tudo, você tá bem?
– Uhum... – murmurei.
– Hm, ok. – senti desconfiança em sua voz, mas logo ignorei. – Oque vai fazer hoje?
– Sei lá, tenho que resolver umas coisas, mas são rápidas. Porque?
– Mais tarde tem a festa surpresa do Liam. – ele disse, e eu me dei um tapa na cabeça: como eu esqueci?
– Tudo bem. – suspirei. – Que horas?
– Você tá cansada, não é?
– Um pouco, tenho feito bastante coisa pra ter Sean comigo. – falei, estacionando o carro.
– Hm, você vai conseguir.
– Obrigada, eu acho. – torci o nariz. – Mas que horas é a festa de Liam?
– Ás 20h. E eu preciso da sua ajuda com uma coisa.
– Com o que? – receei.
– Com uma... bem, uma garota. – ele soltou as palavras, pra meu espanto. Senti meu coração encolher, e meu estomago revirar umas 400 vezes. Soltei o ar que eu prendi quando ele falou a palavra “garota”, e voltei minha total atenção ao telefone. – Meg?
– Oi, foi mal. Bem, eu te ajudo! – tentei parecer empolgada. – Agora tenho que ir, beijo.
Desliguei por automático, e suspirei, me encolhendo no banco do carro.
– Meg? Tá tudo legal? Você parece aflita.
– To ótima. – falei, sem mostrar minha visível aflição. – Vamos, então?
– Aham. – murmurou.
Saltamos do carro, e logo entramos na clinica em que Mike se encontrava.
– Sou Megan Paterson, estive aqui á umas semanas, atrás de Mike Paterson.
– Ah sim, a cantora. – a recepcionista disse, me fazendo soltar um sorriso sínico. “Megan, agora é a cantora. Antes de ser famosa era A Estranha, né tia” pensei. – Pode ir, quarto 409.
Assenti e fui até o quarto de Mike, entrei lá e não tinha ninguém, ainda bem.
– Meg, minha filha. – Mike levantou, fazendo o aparelho disparar um som agudo. Logo tapei meus ouvidos e fechei a cara: porque diabos ele tinha que se levantar? – Ops.
O barulho parou, abri calmamente meus olhos e vi que o enfermeiro dava bronca em meu pai. Sorri travessa com a ironia da vida.
– Então, Mike...
– Tudo bem? – ele me cortou, talvez já sabendo do que se tratava.
– Tudo ótimo.
– E você, Josh? – Mike perguntou á Josh, que mantinha-se calado até então.
Josh murmurou um “claro” e voltou a encarar o nada. Mike logo voltou sua atenção á mim.
– Diga, porque veio aqui?
– Quero sua permissão pra Sean morar comigo.
– Opa, opa. – arregalou os olhos. – Porque? Ele está tão bem com Brittany e Nat...
– Não se pronuncie. – cortei ele. – Não vá falar nome de demônio aqui dentro.
– Nossa Megan.
– Mike! – o repreendi. – Ele as odeia, porque não quer me dar a permissão, cacete?
– Porque você não sabe nem se cuidar, como vai cuidar de uma criança?
– Eu sei me cuidar! – falei, aumentando o tom de voz. – Que merda, Mike, você não vê? Ele é infeliz naquela casa.
– Ele vai ser infeliz sem os cuidados que precisa.
– E você ao menos sabe quais são? – eu o olhava, com ódio. – Você não soube cuidar de mim, durante meus 19 anos de vida, e vai querer dizer como se cuida de uma criança? Olha, eu vim aqui, porque seria mais fácil. Mas com ou sem a sua ajuda, eu vou ter a guarda de Sean. E você vai se arrepender desse “não” que está me dando.
– Meg... me desculpe, eu não posso. – suspirou. Revirei os olhos. Tem dedo de cadela aí!
– Eu tenho que ir. – peguei minha bolsa, e puxei Josh pra fora dali.
Logo estávamos estacionando o carro em frente minha casa, aonde Josh estava passando os dias porque tinha brigado com seus pais.
– E ai, conseguiu? – Josh perguntou, tentando parecer interessado.
– Oque há com você? Você esteve no mundo da lua, e não, eu não consegui.
– Não é nada, são meus pais. Sabe, sem ofenças, mas não quero ser que nem você e Mike.
– E não vai. – sorri de canto. – Seus pais te amam, Josh. Para com isso, é só uma briga.
– Tá ok, mas enfim, você conseguiu? – ele perguntou, botando um sorriso no rosto.
– Cacete, sua audição tá ruim, ein. – revirei os olhos. – Não, e tem a festa do Liam mais tarde.
– Tá. Vai ficar em casa á tarde?
– Vou ver se Em quer fazer alguma coisa, e você?
– Hm, que estranho. Harry me mandou um torpedo mais cedo, ele quer falar comigo.
Soltei uma gargalhada.
– Será que ele vai te xavecar? – perguntei, e ele soltou um riso irônico. Logo me lembrei da “ajuda” que vou ter que dar a Harry, e engoli o riso.
– Já vi que alguém vai querer ficar sozinha. – ele disse, e eu dei a língua pra ele.
Harry POV’s
Tá bem, oque foi que eu acabei de fazer? Na verdade, eu ia pedir ajuda com skate, eu queria impressionar ela, pois é. Mas falei que era com uma garota: What? É, na hora, eu quis provocar ciúmes, mas ela ficou... empolgada?
– Hey dude. – Niall pulou em cima do sofá, derramando salgadinhos que ali estavam pra todo lado.
– Seu lesado, olha oque fez. – bufei, catando os salgadinhos.
– Tá estressado?
– Não... porque? – arqueei a sobrancelha.
– Nada. – deu de ombros. – Pede ajuda á Josh.
– Oi? – arregalei os olhos.
– É com Meg, certo? – ele perguntou, e eu assenti boquiaberto. – Então, Josh é o melhor pra isso. Sabe tudo sobre ela.
Resolvi ignorar o momento “pai de santo” de Niall, e voltei minha atenção á Tv.
– E aaai. – Lou apareceu, pulando e derramando tudo novamente.
– Ah, não vou catar mais porra nenhuma. – falei bufando e subi pra meu quarto.
Pensei no que Niall havia falado, e resolvi pedir ajuda á Josh mesmo, talvez fosse uma boa ideia. Mandei uma mensagem, ele respondeu bem tarde depois, e então resolvemos marcar um dia na festa, tá ok, que gay.
Meg POV’s
Em dormiu na casa de Zayn, mas logo ela já estava em casa soltando as noticias.
– (...) e claro, Harry ficou com uma loirinha oxigenada, mas falando em loirinha, você não sabe, sabe quem apareceu na festa?
– Espera, oque? – perguntei, arqueando a sobrancelha.
– Chuta, vai! – Em insistiu.
– Não, Em, Harry ficou com... meu deus. – falei comigo mesma, pensando na possibilidade dele realmente estar apaixonado.
– Oque é? – Em perguntou tentando parecer incrédula.
– O Harry, ele tá apaixonado. – falei, boquiaberta.
– Por você, eu sei. – Em disse com uma voz do tipo “sou vidente, beijos” e eu dei um tapa na cabeça dela.
– Claro que não, mongol. Por essa loirinha aí.
– Mas não tá mesmo, o Lou disse que ele nem pegou o telefone! – Em disse cruzando os braços, como se fosse uma criança fazendo birra.
– Tá, que seja... – revirei os olhos. – Quem apareceu na festa?
– Luce!
– Ué, aquela garota que amava o Carlos e te odiava porque ele gostava de você? – perguntei, lembrando do colegial.
– Pois é, e sabe que ela tentou seduzir o Zayn? – Em mostrou o punho.
– Vai com calma peão. – falei rindo, e abaixando sua mão. – Ela conseguiu?
– Claro que não, eu me garanto... E porque você não foi, mesmo?
– Não me lembro. – dei de ombros. – Oque quer fazer?
– Temos que ajudar os meninos com a festa, se não vai sair um desastre.
– Mas cadê o Liam? – perguntei, imagina se o Liam aparece na hora da arrumação.
– A Dani saiu com ele. – olhou pras unhas e continuou. – Vamos?
– Uhum. – murmurei, minha animação total pra arrumar uma festa, mas tá beleza.
Fomos com o meu carro, paramos no mercado pra comprar cenouras, já que segundo o Lou, a casa estava sem as divinas cenouras e fomos pra lá.
– Finalmente! – Lou correu, nos abraçou e pegou a sacola da mão de Em. – Isso!
– Oi, eu to bem, e você? Ah claro, também te amo! – falei irônica e revirando os olhos, mas á esse ponto, Lou havia sumido com as tais cenouras.
– E ai, girls. – Niall pulou em cima da gente, seguindo pelos outros 2 seres.
– Já arrumaram alguma coisa? – perguntei.
– Nada, estávamos esperando vocês.
– Que fofos! – Em disse.
– Fofos nada, preguiçosos. – olhei raivosamente pra eles, que tiveram ataque de risos.
Percebi que Harry se mantinha quieto: seria a tal garota? Aguentei por um tempo a aflição de vê-lo daquele jeito, e resolvi chamar ele pra conversar. Mas... quando eu tava chegando perto dele, o celular dele tocou, e ele saiu sorridente pra atender.
Suspirei, e voltei pra onde todos estavam.
– Agora tá tudo pronto? – perguntei olhando em volta.
– Sim, só falta o bolo. – Niall disse.
– Mas o bolo tava em cima da mesa. – Lou disse, arqueando a sobrancelha.
– NIALL! – Em, Zayn e Lou gritaram, logo me olharam de relance e gritaram de novo: - MEG!
– Mas ele era tão gostoso... – eu e Niall falamos juntos.
– Arg, e agora? – Zayn perguntou.
– Acho que devemos comprar outro, né. – Lou disse.
– Mas com que dinheiro? E tempo? – Em perguntou.
Eu e Niall saímos de fininho, pra não sobrar pra gente e fomos pros fundos da casa.
– Oque há com você e o Harry? – Niall perguntou.
– Ué, nada. Porque a pergunta? Somos amigos.
– Tá, todo mundo nota o clima, não somos idiotas. E ele tava estranho hoje.
– Estranho como? – perguntei, ficando de certa forma, interessada.
– Sei lá.
– Ele me pediu ajuda com uma garota.
– Ah, é? – Niall parecia assustado, e eu assenti. – Tá ok.
Ficamos rindo um pouco mais, e logo ouvimos passos.
– Ahn, foi mal, não queria atrapalhar ai. – Harry saiu, coçando a cabeça.
– Vamos, antes que ele pense besteira.
– Mais besteira, porque né. – revirei os olhos.
Chegamos lá e Niall foi falar com Harry, talvez explicar. Liam chegou com Dani, e logo gritamos “surpresa”. Eram 19h, ou seja, eles chegaram mais cedo. Estávamos todos acabados, mas a festa estava em pé. Era só pra gente mesmo, já que ia dar muito trabalho fazer algo maior (mas te amamos Liam, tá?).
– Uhuuuuuul! – Lou gritou, dançando em cima da mesa.
Já eram 2h da manhã, e todos estavam bêbados. Os únicos sóbrios éramos eu e Liam. Liam por causa do rim dele, e eu porque tenho que acordar cedo pra resolver papeladas de Sean e não posso ficar bebendo por aí, tenho ficado careta esses dias.
– Lou, não! Desce dai. – Liam tentava combater a bebida deles, mas estava sem sucesso.
– Liam. – o gritei. – Não vai conseguir.
– Precisamos resolver isso, mano.
– Até Dani? – perguntei assustada, e ele assentiu. – Vamos ver se conseguimos faze-los se juntar e sentar.
– Ok, vem cá. – Liam disse. – EI! TODO MUNDO! VAMOS JOGAR ALGO.
– Oque? – Harry perguntou, aparecendo de cueca na sala. Mordi o lábio inferior e me concentrei nas palavras de Liam.
– Verdade ou consequência, topam? – perguntou e todos assentimos.
Sentamos naquela roda e logo a garrafa girou, engoli o seco: Nem eu tinha controle daquela situação, que aconteça oque tiver pra acontecer...
Próximo capitulo (...):
– Mas você fez porque quis. – Harry disse, me olhando a fundo.
– E mesmo assim, você não tem nada com isso.
– Vai começar tudo de novo? – perguntou, e eu me fiz de desentendida. – Isso de briga, volta, briga, volta. Vamos ficar juntos de uma vez.
E me beijou, arrancando meu fôlego.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Capitulo 11° da 2° temporada de gotta be you
Meg POV’s
Se você achou que eu ia beijar ele, errou.
– Você não pode fazer isso. – falei, sorrindo de canto.
– Isso oque?
– Isso de, sabe... Hm, me deixar louca com esse seu sorrisinho malicioso. Ou então me hipnotizar com seu olhar. Ou quando você fica nervoso e tem a mesma mania que eu: morder os lábios. Isso me deixa completamente entregue á você! E você não tem o direito de fazer isso comigo.
– Então quer dizer que eu to conquistando Megan Paterson? The Strong Girl? – perguntou, orgulhoso.
– Você me conquistou no primeiro momento que eu te vi. – falei, e logo ri lembrando desse momento. – Rolou um ódio, mas que no fundo era amor.
– Você fica? – perguntou, com os olhos brilhando.
– Eu... – ia falar não, mas seus olhos me prenderam ali. – Sim, eu fico. Mas...
– Vish. – deixou soltar.
– Eu disse que fico, não que volto pra você. Acho melhor continuarmos assim, como estamos. – falei, saindo de seus braços.
– Tudo bem, eu entendo. – suspirou, mas logo um sorriso se formou em seu rosto. – VOCÊ VAI FICAR! YEAH DUDE.
Saímos do lago porque já estava bem de noite, eram 0h. E fomos sentar na grama, um pouco afastados do salão e de tudo mais.
– E agora? – perguntei rindo.
– Hm, sei lá, me fala sobre você. – pensou – apesar de tudo, não sei muita coisa literal.
– Ah, ok. – dei de ombros. – Sou idiota, retardada, rio por tudo. Amo completamente bigodes e caveiras. Sei tocar violão, piano, e...
– Você sabe tocar piano? – me interrompeu boquiaberto.
– Sim, mas porq... – ia perguntar, mas era tarde. Harry me botou em sua corcunda e saiu correndo em direção á uma casa que tinha perto do lago. Presumo que seja algum esconderijo de Harry, ou coisa assim.
Chegando lá, eu vi que era mais ou menos oque tinha pensado. Era um lugar, digamos, abandonado. Tinha mofo nas paredes, e teias de aranha. Mas na verdade, isso não importava. No meio daquela escuridão, havia um piano. E não, eu não sei porque eu senti ou vi, até porque tava escuro demais pra ver algo. Eu senti porque dei uma porrada com meu mindinho nele, e xinguei tudo quanto é nome.
– Tá, eu tenho que achar a luz, espera aí. – Ele disse, e logo uma luz se acendeu, era umas 4 lanternas penduradas no teto, que se acenderam.
Quando pude ver melhor, o piano era lindo. Eu nunca fui fã desses pianos modernos, e apesar de empoeirado, ele era perfeito.
– É seu, Harry? – perguntei, sem me mover.
– Sim, meu avô deixou pra mim. Agora vem. – ele disse, dando dois tapinhas no banco do piano e se sentando ali também.
– E você também sabe tocar? – perguntei, sorrindo.
– Sim, mas quem vai tocar hoje é você. – sorriu comigo.
– Ah, é que...
– Nada de desculpas, bora! – rimos e eu comecei a tocar.
Voz e piano da Meg. O Harry também toca o piano, na hora que eu falar, mas a voz dele não é essa: http://www.youtube.com/watch?v=Ump0Qy3UmRw&feature=related
– Lying here with you so close to me
It's hard to fight these feelings
when it feels so hard to breathe
Caught up in this moment
Caught up in your smile – sorri.
– I've never opened up to anyone
It's so hard to hold back
when I'm holdin' you in my arms – Harry, cantou e tocou. Sorri pra ele.
– But we don't need to rush this
Let's just take it slow – era minha vez de cantar, cantei com certa vontade.
– Just a kiss on your lips in the moonlight
Just a touch of the fire burning so bright
No, I don't wanna mess this thing up
I don't want push too far
Just a shot in the dark that you just might
be the one I've been waiting for my whole life – cantamos juntos, eu olhava pra ele, e ele fazia o mesmo, deixando um choque elétrico em meu corpo.
– So baby I'm alright
With just a kiss goodnight – cantei, finalizando ali mesmo e trocando olhares com Harry.
Ficamos ali, jogando conversa fora, trocando segredos, etc, até que senti o sono tomar conta de mim, Harry me deixou no hotel, e foi para seu quarto, pois é, ele estava no mesmo hotel que eu.
Entrei em meu quarto e, oque Casey está fazendo aqui?
– Gostou da noite? – sorriu sínica.
– Como entrou aqui? – perguntei, transbordando raiva.
– Vocês estão juntos? – andou pelo quarto, e foi ai que vi que ela estava com uma lâmina na mão.
– Primeiro: Você é doentia! Segundo: Eu não tenho medo de você.
– Você estragou tudo pra mim. – apontou a lâmina pra mim, ui, que medo.
Suspirei e falei:
– Aqui, se você quiser me matar e tal, me mata, só não suja o tapete porque o gerente disse que é da França e não quero Simon brigando com minha alma penada por causa do “le francê”. – revirei os olhos.
– Eu não vim te matar. Vim te falar que se você chegar perto do meu Harry de novo. – sorriu travessa – eu abro todos esses cortes que estão ai.
Como ela sabe? Antes mesma que pudesse tentar achar uma resposta pra minha pergunta, senti algo arder em meu pulso. Vadia. Ela havia aberto um dos cortes. Sim, eu já me cortei. Mas foi num futuro distante, MUITO distante. Sinto vergonha de tal ato, e não voltaria a fazer.
– Vadi... – ia falar, mas percebi que ela já havia ido e tava sujando o tapete com meu sangue. – Le francê vai me matar, oh my lord!
Ri sozinha com isso e fui lavar meu pulso: Apesar da ameaça, não sinto medo de Casey. Ela me pegou desprevenida, só isso!
Tomei um banho, vesti meu pijama e resolvi ficar vendo desenho animado. Olhei no relógio e já ia dar 3h40 da manhã. Revirei os olhos: não conseguia dormir de forma alguma. Vesti algo por cima do pijama e resolvi descer pra comer alguma coisa, já que o serviço de quarto não trabalha até tarde.
Cheguei lá e dei de cara com...
– Niall? – perguntei, abraçando-o. – Pensei que só Harry tivesse vindo, e Em e Josh claro.
– Não, só queria eles? – fez biquinho.
– Não! – falei, e rimos. – Oque faz aqui?
– Eu to com fome. – passou a mão na barriga e fez carinha triste.
– Pois é, eu também.
Resolvemos ir pro quarto dele ver filme, ele disse que a divisão de quarto dos garotos ficou assim: Zayn com Em, Liam com a nova namorada dele que é a Dani, muito simpática por sinal, Lou e Harry e ele ficou sozinho, coitado.
– Niall, só esquecemos de uma coisa. – suspirei.
– Oque? – ele disse, em quanto botava a pipoca na mesa.
– Os filmes. – falei e ele me olhou com cara de quem falasse “Sério? Puta que pariu!”. – E agora?
– Harry e Lou alugaram um de terror antes de vir, deve estar na mala de Lou.
– Tá, mas a gente não vai conseguir entrar lá... – falei, revirando os olhos.
– Claro que vamos. – sorriu perverso. E virou-se de costas pra mim. – Sobe.
– Você é retardado, grandão. – falei e nós rimos. Pulei em suas costas e fomos até o quarto dos meninos.
Chegando lá, esquecemos do pequeno detalhe: a chave.
– E agora? – perguntei, de novo.
– Grampos! – falou, tendo uma GRANDE idéia.
– Af Niall! – murmurei, peguei um grampo em meu bolso e dei pra ele. – Sorte sua eu andar com isso.
– Porque anda com isso? – perguntou confuso e desconfiado.
– Abre essa porra logo! – resmunguei e ele o fez. Ele entrou silenciosamente, e eu, que estava em suas costas, tentava não esbarrar em nada.
Como estava tudo escuro, dificultava tipo, pra caralho da gente achar a mala do Lou.
– Meg, vamos deixar isso pra lá... – Niall disse, com medo deles acordarem.
– Para de ser gay, Niall! Se você quiser, eu acho sozinha.
– Não, eu... – ele ia falar, mas acabou tropeçando em algo e foi caindo pra frente, tentando se segurar. Eu, como só percebi quando senti o impacto, cai de suas costas e fui parar em cima da mala de alguém, que seja a do Lou pelo menos.
– Quem está ai? – Lou perguntou, sonolento. Eu e Niall optamos por não falar nada, talvez assim ele não acordasse e não nos matasse.
– Vem, acho que achei a mala. – sussurrei pra Niall.
– Aonde você está? – perguntou ele, engatinhando.
– Na sua frente, retardado! – falei, sentindo o pé dele e revirando os olhos.
Abrimos a mala do Lou, e tiramos de lá o tal filme, mas quando íamos sair, a luz acendeu.
– Oh, merda! - Niall resmungou.
– Oque estavam fazendo aqui, ein?! – Harry sorriu raivosamente, nos pegando no flagra.
Ok, irei descrever a cena: Eu estava com a mão na maçaneta, mas eu não estava em pé, estava de quatro, engatinhando. Niall, se encontrava na mesma posição que eu, logo atrás de mim e estava com oque parecia ser um biscoito na mão. Harry estava de pijamas, com uma mão na porta, impedindo de abrir, e outra no botão da luz. Lou estava sentado na cama, nos encarando desconfiado, ou seja: Isso não é nada bom.
– Oh my lord! Olha, tem um rato na cama de Harry! – falei, piscando pra Niall. Lou e Harry olharam, e Harry automaticamente tirou a mão da porta. Eu a abri, e sai correndo com Niall atrás de mim.
Corremos praticamente o hotel inteiro, não sei se Harry veio ou não atrás da gente, mas acho que o desespero falou mais alto.
– Porque estamos correndo? – Niall perguntou quando paramos em meu quarto e entramos.
– Eu não sei, estávamos com medo de Harry? – encarei ele, com uma cara confusa e tivemos um ataque de risos.
Nos sentamos na cama e resolvemos ficar conversando, já havíamos desistido do filme, pois é, tanto esforço pra nada, ainda te mato Niall.
– E ai, você vai mesmo ficar? – perguntou ele, sorrindo de canto.
– Como sabe?! – perguntei confusa.
– Harry mandou mensagem pra Lou quando você aceitou, que falou com Zayn, que falou com Em, que deu um grito histérico e Liam ouviu se preocupando, eu fui atrás de Liam porque ele estava com alguns donnuts na mão, e ouvi também.
– Hm. – ri da cena se formando em minha mente. – Vou sim, mas ainda tenho que falar com Simon.
– A gente volta amanhã depois do almoço pra Londres, você iria essa hora também. De manhã você liga pra ele e fala.
– Sei lá, e se ele não reagir bem? – perguntei, tentando escapar. Mas na verdade, eu queria sim ficar em Londres, Harry sei lá, me convenceu.
– Para com isso Meg, você vai ficar e ponto. – rimos.
– Tá, vai dormir aqui mesmo? – perguntei, me tacando na cama e tirando o roupão que havia botado pra sair.
– Sim, to com preguiça de ir pra meu quarto. – ele murmurou me arrancando risos.
Logo minha vista embaçou, e só tinha claridade para meu sonho.
“- Ei Meg, me salve! – eu ouvia a fina voz de Sean, meu pequeno irmão vir de algum lugar.
Corri, corri, mas não dava em nada. Eu via um breu, era um preto sem fim.
– Sean, querido, aonde você está? – gritei.
– Aqui, Meg, venha! – ele gritava, com voz chorosa, mas eu não o encontrava por nada.
Corria por toda aquela escuridão sem fim, mas não achava ele. Até que notei uma claridade, e corri desesperadamente até ali. Alguém estava torturando ele, eu não conseguia ver direito quem, mas era uma mulher, ela parecia ser jovem.
– LARGA ELE! LARGA! – gritei, já chorando.
– Eu falei pra não se meter com meu Harry. – uma voz disse, vencedora.
– É, e você vai pagar pelo que fez com Mike. – dessa vez era outra voz, como assim?
– ME DÊ ELE! ELE NÃO TEM NADA A VER COM ISSO! SEAN, CADÊ VOCÊ? – perguntei, notando que Sean não estava mais ali.
– Acho que alguém já está no céu. – ouvi risos maléficos.
– NÃO! NÃO! – gritei, desabando no chão. Oque diabos era isso?”
Levantando com um pulo da cama, eu acordei. Olhei em volta, e era só o quarto do hotel. Minha respiração estava ofegante, e eu estava suando frio. Olhei pro lado e encontrei um Niall preocupado.
– Oque foi isso?
– E-eu não sei, quer dizer, Sean e... – ia falar, mas não me senti muito segura, não que tivesse algo de errado com Niall, mas eu precisava ir á Londres e tirar Sean das mãos de Brittany.
– E...? – perguntou, pedindo continuidade.
– Precisamos ir pra Londres, agora. – falei, e minha voz soou um tanto desesperada. Niall me abraçou com força e acariciou meus cabelos.
– Vai ficar tudo bem, ok? Nós vamos pra Londres, sim. – disse, e eu separei o abraço.
– Obrigada, eu não sei... Vamos descer? – perguntei, tentando não transparecer meu nervosismo e mudando de assunto.
– Sim, só vou em meu quarto trocar de roupa. Ok? Nos encontramos lá em... – Niall ia terminar sua frase, mas alguém bateu na porta.
– Quem é? – perguntei, atrás da porta.
– Nós todos. – Harry disse, falando por todo mundo.
– Ah sim, entrem. – falei, abrindo a porta e todos entraram.
Todos pararam na frente da porta, quando eu a fechei. E ficaram olhando de mim pra Niall, de Niall pra mim.
– Oque houve? Você esta ofegante, suando e... – Lou ia perguntar mas Niall o interrompeu, Harry permanecia calado e com uma feição brava, fiz negativa com a cabeça pra ele e ele sorriu de canto.
– Não é oque vocês estão pensando. – ele disse, revirando os olhos.
– É, Niall dormiu aqui porque ficou com preguiça de ir ao quarto dele.
– E oque ele... Ei, esse filme é meu! – Harry viu, vendo o filme na escrivaninha.
– Oque acha que fomos fazer lá ontem a noite? – revirei os olhos.
– Ahh... – Harry e Lou falaram juntos.
– Ahh, só eu que to boiando? – Em perguntou, arrancando risos de todos.
– Não, amor. – Zayn deu um selinho nela. – Vamos descer? Vocês vem, Meg e Niall?
– Já estamos indo, só vamos trocar de roupa. – falei, por mim e por Niall.
Eles assentiram e foram na frente. Niall foi pra seu quarto e eu troquei de roupa.
Roupa Meg: http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54487892
Desci e todos já estavam comendo. Devorei meu café e fui pra varanda da hall, aonde Harry estava conversando com Niall, eu não sou fofoqueira, só resolvi escutar.
– E como você vai fazer isso? – era a voz de Niall.
– Não sei, talvez começar pelo começo né. – a voz rouca de Harry respondeu. – Mas sério, eu não faço a mínima ideia!
Resolvi sair dali, não era legal ouvir a conversa dos outros, até porque tenho que ligar pra Simon.
– Simon? Oi? É a Meg! – falei.
– Oi Meg, tudo certo?
– Ahn... Claro. – falei.
– Tudo bem, pra que ligou?
– Nossa, eu também te amo. – revirei os olhos, ouvindo risadas do outro lado da linha.
– Diga.
– Então... eu posso voltar a morar em Londres?
– Pode sim, mas teremos que ver isso. Porque como seu pai se internou, tivemos que vender a casa em que você morava, foi ordem de Brittany. E então teremos que comprar outra casa.
– Tudo bem, eu tenho direito suficiente pra isso. Não dá pra comprar aquela de novo?
– Na verdade, ainda não foi completamente vendida. Podemos encerrar o contrato com a pessoa que iria comprar, e comprar a casa.
– Faz isso por mim? – perguntei.
– Claro. Agora eu tenho que ir, to resolvendo umas coisas. E tenho que cancelar seu voo, acabei de comprar sua passagem pra Londres, e mandei por e-mail pro hotel em que você está, pede pra imprimirem e te darem.
– Ah ok. E as roupas e coisas que estão no Brasil?
– Eu vejo isso ainda hoje.
– Tchau. – falei e desliguei, voltando pro hall do hotel, aonde esperávamos o motorista que iria nos levar ao aeroporto. Eu imprimi a tal passagem e tudo certinho. Logo o motorista chegou e nos levou ao aeroporto.
O banco do avião era de três e resolvemos que ficaríamos eu, Dani e Em.
– Então Dani... oque acha do Liam? – Em perguntou, sendo indiscreta. Somente revirei os olhos.
– Sabe, ele é perfeito pra mim. – deu um certo brilho em seus olhos.
– Ah sim. Sabe, acho que você já sabe. Mas eu namoro o Zayn, e ela tem um rolo com Harry. – Em apontou pra mim.
– Ei! – dei um tapa em seu dedo. – É mentira, ok? Ela gosta de implicar.
– Tá, mas eu vi o jeito que ele te olha. – deu de ombros. – E o Niall também.
Engoli o seco, as meninas foram conversando a viagem toda, eu, anti-social, apenas dormi.
Acordei com Dani me chamando, logo fomos pra casa dos meninos. Eu teria que ficar lá até estar tudo certo sobre a casa. Deixei minhas coisas no quarto de hóspedes, Josh voltou pra sua casa. E Em iria dormir no quarto de Zayn.
Resolvi sair pra ver Sean. Mas antes entrei no computador e recebi um e-mail do teste de direção que eu havia feito.
– Eu passei, yeah! – falei, comigo mesma. A carteirinha havia chegado na minha casa do Brasil, teria que pedir pra Simon mandar trazer pra cá também, oh droga. – To saindo.
Avisei pra quem estava na sala, e sem dar tempo de responder eu sai. Cheguei na casa de Mike, ou de Brittany sei lá e entrei sem pedir licença. Logo avistei Sean brincando no canto da sala.
– Meg! – gritou e me abraçou.
– Shhh! – pedi silêncio. – Quer ir ao parque?
– Quero, eba! – falou, sorridente.
– Ora, ora. – Brittany chegou, com seu salto rangendo.
– Oque diabos você quer? – perguntei.
– Eu deixei Sean sair?
– Você não tem que deixar nada, me poupe. Ele é meu irmão. – falei, e puxei Sean comigo pra fora daquela casa maldita.
– Meg, eu posso ir morar com você? – Sean disse, quando chegamos no parque.
– Olha... – agachei do seu tamanho. – Eu vou fazer de tudo pra você morar comigo, certo? Minha casa está sendo comprada, e vou lutar até ter você comigo. Iremos sair pro parque de diversões, shopping e tudo mais.
– Eba! – me abraçou, e depois me olhou sério. – Eu não aguento mais morar naquela casa.
Senti meu coração quebrar ao ver uma lágrima escorrer do olho do pequeno Sean. Eu iria fazer de tudo para te-lo. Tudo.
Só continuo com 5 comentarios, se você não souber o que comentar diz um 'oi to lendo a fic' pelo menos um 'to gostando da fic continua' ok? to sentindo falta das minha leitora liamdas!
Tenho uma noticia para você ... eu terminei a fic aaaeeeeeeee õ// mais eu so vou posta os capitulos se tiver comentarios!
bjs até... :*
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